05 março, 2016

SINTUFEPE-UFPE promoverá Ação Judicial contra o aumento abusivo da GAEP

Diversos servidores mantém por força do Convênio por Adesão n. 001/2013, firmado entre a União Federal e a GEAP Autogestão em Saúde para a prestação de assistência à saúde suplementar, vínculo contratual com a GEAP Autogestão em Saúde.
Ocorre que o Conselho de Administração da GEAP Autogestão em Saúde estabeleceu reajuste abusivo sobre os valores de contribuição nos Planos GEAP-Referência, GEAPEssencial, GEAPClássico, GEAPSaúde, GEAPSaúde II e GEAPFamília, a incidir a partir de 1º de fevereiro de 2016.


O reajuste praticado corresponde ao percentual de 37,55%, índice que, por si só, representa mais de um terço dos valores cobrados no exercício de 2015. 
Diante de tal abusividade, é possível ingressar com ação judicial visando a revisão do reajuste, de modo a assegurar tanto o equilíbrio econômico-financeiro quanto a permanência dos beneficiários nos planos de saúde praticados pela fundação.
Aos que se encontrarem nessa situação é imprescindível que procure o sindicato para ajuizar ação.



Nesse sentido a Secção Sindical UFPE do SINTUFEPE convoca toda categoria para participar de uma Assembleia a ser realizada no dia 9 de março (quinta-feira), na Sede do Sindicato, com início às 09:00 horas, com a seguinte pauta: 1) Informes Jurídicos e 2) Ajuizamento de Ação Judicial contra o aumento abusivo da GEAP e 3) Encaminhamentos.

Convocação de Assembleia


04 março, 2016

NOTA PÚBLICA

NOTA DO SINTUFEPE SOBRE O PROCESSO DA REITORIA CONTRÁRIO AOS ESTUDANTES E TÉCNICOS, MOVIDO A PARTIR DA OCUPAÇÃO DA REITORIA OCORRIDA EM OUTUBRO DE 2015

O SINTUFEPE vem denunciar publicamente à sua indignação com a forma intimidatória com que o processo movido pela Reitoria contra estudantes e técnico está sendo feita. Apesar de o mote apontado no processo ter sido a ocupação da reitoria que ocorreu em outubro de 2015, o próprio teor do processo desemboca em pontos que atingem a própria luta feminista, bem como os lutadores em geral pela democratização da UFPE.

A universidade não pode transformar a luta pela homologação do novo estatuto da UFPE, que foi construído num congresso paritário, em algo passível de criminalização jurídica, como se fosse uma questão policial. É bom lembrar que essa luta visa ampliar os espaços de decisão para os segmentos historicamente excluídos na comunidade universitária.

O contexto atual de intenso corte nas verbas da educação demanda transparência e abertura nas decisões por parte das gestões na universidade. Não podemos aceitar um giro ao conservadorismo por parte da reitoria que insiste em encobrir a real situação difícil que estamos vivendo hoje nas universidades federais. Precisamos sim, de abertura para o diálogo, aceitação de críticas e de co-responsabilidade entre os três segmentos.

Dessa forma, exigimos que o atual processo movido pela universidade seja interrompido imediatamente, pois lança mão de procedimentos intimidatórios para estancar os movimentos sociais e suas pautas, além de que não condiz com uma instituição que se pretende democrática. Esperamos abertura já para o diálogo e para enfrentarmos conjuntamente a real situação pela qual está passando a UFPE.

Recife, 26 de fevereiro de 2016