A primeira atividade da Coordenação de Aposentados do
Sintufepe-UFPE convidou Flor Ribeiro, Enfermeira e pesquisadora em assuntos da terceira
idade, para facilitar a reflexão sobre o envelhecimento ativo, com jogos de
estímulo de memória e dinâmicas com música e dança entre os presentes.
28 janeiro, 2020
Envelhecimento ativo é pauta de atividade no Sintufepe-UFPE entre os aposentados
27 janeiro, 2020
Funcionalismo público federal prepara greve para o primeiro semestre de 2020
Assunto tratado pelo Fórum das Entidades Nacionais dos
Servidores Públicos Federais (Fonasefe), a agenda de mobilização prevê uma
“radicalização” para se contrapor aos “ataques dos governos ao funcionalismo
público”. O fórum definiu os eixos da Campanha Unificada dos
Servidores para 2020 e apontou uma agenda de lutas, com um dia de greve geral,
em 18 de março.
Já
está indicada no dia 10 de fevereiro, de uma Reunião Ampliada entre as diversas
categorias de servidores; no dia 12 de fevereiro, um ato das Centrais Sindicais
e entidades sindicais na Câmara dos Deputados, seguido do lançamento da
Campanha 2020.
Reforma Administrativa
Um
dos focos do governo para o ano de 2020, a reforma administrativa visa
aprofundar os ataques contra o funcionalismo público iniciado com a Reforma da
Previdência. A proposta estabelece novas regras na contratação de servidores, aproximar
os salários iniciais dos servidores aos do setor privado, dificultar promoções,
autorizar e facilitar processos de demissão de servidores concursados e reduzir
o número de carreiras. Ainda em dezembro de 2019, a União extinguiu mais de 27
mil cargos efetivos.
A
extinção impacta ainda na realização de concurso público para cargos técnicos e administrativos
das instituições de ensino. No Ministério da Educação o corte tem impacto de 20
mil cargos diretos extintos, o que representa o fim de 68 funções nas
instituições federais de ensino.
22 janeiro, 2020
Weintraub o incendiário
A guerra cultural promovida pelo governo Bolsonaro contra a educação está
levando o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), órgão do
Ministério da Educação (MEC), a querer descartar livros didáticos considerados
sem utilidade. Levantamento feito pela imprensa revelou que há 2,9
milhões de livros didáticos acumulados em um galpão alugado na cidade de
Cajamar, na região metropolitana de São Paulo.
Os exemplares foram comprados pelo MEC no Programa Nacional do Livro e do
Material Didático (PNLD), que distribui obras a todas as escolas públicas
municipais e estaduais. Para evitar que alunos fiquem sem livro no caso de
abertura de turmas ou colégios, sempre é adquirida uma reserva técnica. O FNDE divulgou uma
nota informando que, antes do descarte das obras, haverá uma análise para
descobrir o que poder ser aproveitado. No entanto, o revela que as intenções do
governo Bolsonaro em relação ao conhecimento são incendiárias.
Nada há o que se espantar vindo de um mandatário que afirma que livros
didáticos têm “letras demais”. O que há de concreto é um derretimento do
orçamento na educação pública de 121 bilhões de Reais em 2019 para 101 bilhões
em 2020. Com essa política do “desfazimento” da educação “inservível”,
Weintraub entra definitivamente no hall dos piromaníacos que ao longo da
história da civilização buscaram por meio do fogo reescrever a história e o
conhecimento.
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